Pequeníssimo Dicionário das Manias de Políticos e Eleitores Brasileiros

por fnaxbuzios

Nessa época de eleição presidencial, em que os assuntos mais importantes para o bem-estar dos brasileiros são deixados de lado para dar lugar a acusações e retaliações sem sentido que em nada contribuem para o esclarecimento do eleitor, acho oportuno reeditar o meu Pequeníssimo Dicionário das Manias de Políticos e Eleitores Brasileiros, publicado originalmente no Jornal Primeira Hora em 2 de julho de 2004. Com especial enfoque nos eleitores e na política (e políticos) brasileira, aí vai o dito cujo. Desde já, aceito, agradecido, opiniões, sugestões, acréscimos, correções e contribuições.

Abluciomania (compulsão irresistível de se lavar repetidamente, especialmente as  mãos) Atitude (oculta ou explícita) de alguns políticos, quando devem  votar ou tomar uma decisão realmente útil para a população, mas preferem  se abster ou se ausentar, para não ferir conchavos ou interesses  pessoais ou corporativos, ou porque optaram pela política do “toma lá,  dá cá”. Também chamada “síndrome de Pilatos”.
Aritmomania (sensação de angústia provocada por certos números ou quantias) O pavor  que acomete muito político, ao se aproximar o dia da eleição: começa a  fazer suas contas, e percebe que os números estão contra ele: só tem  meia-dúzia de camisetas ou bonés para distribuir, não tem mais nenhum  empreiteiro para contribuir com algum para aquele churrasco-monstro, ou  teve acesso a pesquisas de opinião provando definitivamente que, apesar  de todo seu esforço inaudito, seu percentual de rejeição está “nas  nuvens” e, na listinha dos mais votados na pesquisa, está lá na zona de  rebaixamento, perto da “lanterninha”… simplesmente não será eleito. A  aritmomania também acomete alguns eleitores “bons de matemática”, quando  usam conceitos simples da aritmética e multiplicam o salário de certos  políticos eleitos por 13 (salários mensais durante o ano + 13o), somam  mais 50% do total obtido por conta das benesses, e são obrigados a  concluir que esses sujeitos, além de políticos, são também mágicos, pois  conseguem comprar com seus proveitos os carrões e carretas e terrenos e  mansões e barcos que possuem, e cujos preços ultrapassam em muito a  capacidade de pagamento de tais magos… Ver Onicofagomania. Ver também  Tricotilomania.
Baletomania (admiração ou gosto apaixonado pelo balé) Ver Coreomania.
Bruxomania (ranger espasmódico dos dentes; bruxismo) O que nós, eleitores, fazemos  quando vemos os desmandos, falcatruas, e mentiras da política local,  estadual, e brasileira e ficamos impotentes para mudar esse estado de  coisas. Rangemos dentes, roemos unhas, arrancamos cabelos. Mas devemos  nos lembrar que o voto consciente pode mudar muita coisa. É nossa melhor  arma contra o desmando e a corrupção.
Cleptomania (compulsão que leva um indivíduo a roubar objetos, de forma oculta) A  mania por excelência de muita gente “boa” que quer se passar como  honesta, correta, e de moral ilibada. O ladrão comum rouba de uma  pessoa. O mau político rouba da sociedade. Tudo por baixo dos panos, de  forma oculta. Em certos países do terceiro mundo, cortam a mão de quem  rouba. Imagina se a moda pega aqui no Brasil…
Clinomania (permanência exagerada na cama; vontade de não fazer nenhum trabalho)  Não confundir com Clintonmania. O que alguns políticos fazem, depois de  eleitos – nada.
Copromania* O mesmo que Lançamerdomania.
Coreomania (compulsão por dançar, mania de dançar) A mania mais comum daqueles  eleitores que caíram na besteira de acreditar nos programas partidários e  nas promessas eleitoreiras e jamais cumpridas dos seus candidatos; por  isso, simplesmente dançaram. O eleitor desatento é, por definição,  coreomaníaco.
Dacnomania (ânsia  de morder a si mesmo, ou aos outros) Estado em que fica o eleitor,  quando, depois de passados alguns anos, constata – estarrecido – que os  candidatos em que votou pouco fazem, ou fazem exatamente o oposto do que  haviam prometido. O eleitor dacnomaníaco, por não ter como se vingar  mordendo os políticos que o traíram, acaba se mordendo de raiva e  impotência.
Egomania (pessoa que exibe atitudes ou comportamentos voltados para si mesmo;  insensível às preocupações dos outros) Doença que acomete muito  político, depois que conseguiu seu quinhão de poder. Aparentemente,  continua a mesma pessoa, afável, responsável, interessada que, antes da  eleição, prometia “tirar a corda do pescoço da população”. Depois,  cumpre a promessa apenas pela metade: realmente tira a corda (do seu  pescoço), mas deixa a corda (no nosso pescoço). Lógico e bacana, né?
Empregomania (mania de  preferir empregos públicos, em vez de qualquer outra ocupação) Muuuiiita  gente pega com facilidade essa doença, principalmente em ano de  eleições. É que nem gripe. Eleitores empregomaníacos fazem de tudo –  tudo mesmo! – por uma promessa de emprego público, assessoria, “boca”,  carguinho, sinecura, etc. Para os políticos, é forte moeda de troca:  prometem mundos e fundos, sabendo que não precisarão cumprir nada. Uma  vez lá dentro, babau… Ver Tricotilomania.
Ergomania* (amor mórbido ao trabalho; contrário de Ergofobia.) O político  ergomaníaco se mata de trabalhar. Com duas finalidades: para a  comunidade que representa, e em prol do bem público, quando é POLÍTICO. E  para seu próprio benefício, e contra o povo, quando é apenas político. O  primeiro tipo de político – o POLÍTICO – é cada vez mais raro em nosso  país, espécie aparentemente em extinção. Enquanto isso, o político…
Grafomania (tendência compulsiva de escrever muito) É coisa de doido. Só quem é  grafomaníaco pode perder tempo em escrever uma bobagem como essa aqui  publicada… O que nos salva é que algumas pessoas são logomaníacas (ver  adiante), e acabam lendo tudo que lhes cai nas mãos.
Hidromania (sede excessiva, ou delírio em que o doente revela tendência para se  afogar) Alguns políticos, depois de eleitos, vão com sede excessiva ao  pote… Alguns literalmente dão com os burros n’água, e se afogam em  seus trambiques – isto é, quebram a cara. É bom saber que nem sempre o  crime compensa.
Hieromania (frenesi religioso, insânia mística; mania religiosa) Alguns políticos  “tiram onda” de hieromaníacos, para convencer eleitores crédulos de sua  grande e inabalável fé. Não faltam a nenhum culto, são os mais  entusiasmados, os que gritam mais alto, e contribuem com dízimos e  esbravejam mais em seus templos e igrejas… Lamentavelmente, esses  fariseus convencem muita gente crédula e desavisada. A hieromania é  doença muito difundida, porque sempre dá grandes dividendos eleitorais.
Iconomania (paixão por imagens, inclusive a própria) Mania de muita gente boa – a  vontade de aparecer de todo modo possível, sobretudo nos jornais da  cidade. O político, por definição, é iconomaníaco – isto é, gosta demais  de aparecer… Se sujeita a ser até papagaio-de-pirata de  personalidades realmente importantes que são fotografadas. Basta olhar  nossos noticiários.
Karapuçomania* (mal do indivíduo que acha que tudo que sai publicado ou é dito tem  como finalidade criticá-lo, denegrir sua imagem) Os políticos  karapuçomaníacos são o alvo principal deste PDMPEB. Pena que sejam  pouquíssimos os que “botarão a carapuça”. Pois talvez tentassem mudar  alguma coisa – a começar por eles próprios.
Lançamerdomania* (prazer em manipular fezes; prazer em arremessar fezes) Mania de alguns  políticos que, sabedores de falcatruas e trambiques de seus pares e  correligionários, prometem imediatamente jogar kaká no ventilador,  contando tudo à imprensa, se seus próprios pedidos inconfessos e  desonestos  não forem aceitos. Assim, muitos atos corruptos e venais não  chegam ao conhecimento da população, porque o político  lançamerdomaníaco (ou lançamerdômano) acaba quase sempre se dando bem,  sendo prontamente atendido em seus preitos.
Lipemania (profunda tristeza; melancolia) Mania que ataca a maioria da população,  depois que os eleitos deixam de fazer o que prometeram e passam a  desdizer e desmentir tudo que falaram em seus discursos durante a  campanha eleitoral, por falta de vontade ou por incompetência. Também é  motivo de imensa tristeza para nós, eleitores, a cara-de-pau com que  tentam provar que “fazem tudo pelo povo”, “são capazes de morrer pela  comunidade”, etc. etc. A tristeza da lipemania é endêmica entre os  eleitores, cada vez mais frustrados com nossos representantes.  Curiosamente, essa mania é muito rara na classe política.
Logomania (amor obsessivo e excessivo à leitura, às palavras, ao estudo) O  logomaníaco adora ler… Por isso, obrigado, caro leitor logomaníaco,  por aumentar meu IBOPE, lendo esse Pequeníssimo Dicionário. Continue,  continue, por favor: o melhor ainda está por vir. E espero que o PDMPEB  faça você rir – mas também pensar com muito carinho em outubro, ao  depositar seu voto na urna.
Megalomania (supervalorização mórbida de si mesmo; mania de grandeza, ambição ou  orgulho desmedido) Doença causada por um vírus – o vírus do pudê. O  megalomaníaco, isto é, aquele sujeito com mania de grandeza, é figurinha  fácil no meio político. Antes da eleição, é doce e humilde personagem.  Depois de eleito, vira logo “otoridade”. O megalomaníaco está sempre  pronto a falar, bem alto, aquela frase tão nossa conhecida: “Você sabe  com quem está falando?” Na política, megalomania não é defeito – é  qualidade cultivada. Na política, “poder” (ou “pudê”) e “megalomania”  são conceitos xifópagos. Andam sempre juntinhos. O mau político sabe que  não precisa ser grande – mas deve parecer grande. Porque, por aqui na  terrinha, muitas vezes quem grita mais alto, leva.
Melambuzomania* (mania que acomete aquele candidato inteiramente despreparado que, por  razões totalmente incompreensíveis, acaba com um mandato debaixo do  braço, e se transforma num sujeito deslumbrado com o Poder) O político  com essa mania muito comum é, por definição, aquele que “chegou lá”.  Novos horizontes se abrem, tudo é novo, tudo brilha, tudo é maravilhoso.  E as facilidades são tantas… Mas aconselhamos ao candidato a cargo  político (ou já eleito) que porventura venha a ler esse verbete, que se  lembre do antigo ditado: “Quem nunca comeu melado, quando come se  lambuza”. Infelizmente, o problema é que muitos deles querem mesmo é se  lambuzar. E para a cidade, acaba faltando melado… Consulte Hidromania,  um pouco acima.
Mitomania (hábito de mentir ou fantasiar desenfreadamente) Sinônimo: “conversa de  político”. Mentir ou fantasiar desenfreadamente… É preciso fazer mais  algum comentário, caro leitor?
Onicofagomania* (ato de roer – e comer – unhas por excesso de nervosismo) O que fazem  os políticos, ao perceberem que seus projetos de eleição (ou de  re-eleição…) estão indo completamente por água abaixo. E é também o  que fazemos nós, eleitores, quando vemos que alguns políticos de péssima  qualidade poderão, afinal, acabar eleitos, e teremos que aturá-los e  sustentá-los por mais quatro anos.
Onomatomania (obsessão caracterizada pelo impulso irresistível de repetir  determinadas palavras) Mania muito comum em políticos, que repetem suas  promessas ad nauseam, sabendo que não podem – ou não desejam –  cumpri-las. As palavras e expressões mais repetidas pelo político  onomatomaníaco são: “honestidade acima de tudo”, “vou realizar”,  “transparência”, “em primeiro lugar o povo”, “vou construir”, “trabalho,  seriedade”, “o social”… e por aí vai. No político onomatomaníaco, a  distância entre falação e ação é imensa, abissal.
Piromania (distúrbio  mental no qual o indivíduo causa incêndios por prazer) Mania de alguns  políticos, que, contrariamente aos interesses da comunidade que  representa, querem sempre “ver o circo pegar fogo”. Suas atitudes visam,  antes de mais nada, causar confusão e agitar – o que seria bom, se  tivesse resultado positivo. Mas quase sempre o piromaníaco faz apenas  marola de forma deliberada, dando uma de bombeiro assim que seus  interesses pessoais são atendidos.
Plutomania (preocupação com riqueza, fixação patológica em riqueza, ilusão de ser  rico) Em congresso recente, os dicionaristas (isto é, os caras que fazem  dicionários) comunicaram estar pensando em fazer com que “plutomaníaco”  vire sinônimo de “político”, tal a voracidade por riqueza de alguns de  nossos brilhantes representantes. O plutomaníaco, por definição, não  perde nenhuma oportunidade de fazer um arranjo, armar um esquema, obter  uma comissão, etc. etc., para satisfazer essa mania. Seu motto é “Cadê o  meu?”. O plutomaníaco jamais está satisfeito com o que já arranjou, e  sempre espera a oportunidade para perguntar, “Quanto eu levo nisso?” É  por isso que alguns políticos plutomaníacos partem para o nepotismo.  Políticos nepotistas (isto é, aqueles que favorecem seus parentes,  especialmente pelo poder público) acham essa prática perfeitamente  justificável e válida, pois afinal de contas, argumentam, “aumentará a  riqueza familiar. E o que é bom para a família, é bom para a comunidade,  não é?”
Tanatomania (vontade de  morrer ou de matar; obsessão pela morte) Trata-se da fúria homicida que  acomete alguns políticos traídos por seus caciques e correligionários, e  que repentinamente se vêem caindo em total ostracismo – justamente num  ano de eleição. Também, é a vontade de alguns eleitores, quando as  promessas pré-eleitorais mirabolantes feitas por seu candidato deixam de  ser cumpridas, na maior cara-de-pau.
Teomania (inclinação  doentia para a religiosidade; o doente julga ser uma divindade, ou  estar divinamente inspirado) A mania, por excelência, de alguns caciques  políticos que acreditam que são Deus, e que tudo podem na sua taba. A  frase que mais gostam é “EU TENHO O PODER!!!”, seguida de perto por  “QUEM MANDA AQUI SOU EU!!!” Adoram também ser incensados e bajulados.  Estão sempre com vários aspones e parasitas e papagaios-de-pirata à sua  volta, prontos para atender a seus menores desejos. Políticos  teomaníacos usam o povo como massa de manobra, sem maiores considerações  por seu bem-estar. Esses manda-chuvas não admitem nenhum tipo de  contestação. São poderosos (ou puderosos?), e por isso acham que podem  tudo. Só faltam fazer chover.
Tricotilomania (compulsão de arrancar os próprios cabelos) Mania dos eleitores em  geral, que puxam e arrancam os cabelos de raiva diante do que se faz em  final de mandato, e do que se promete com a maior desfaçatez para  mandatos futuros. Se metade das promessas dos políticos fosse cumprida, o  paraíso seria aqui em baixo. Em geral, o eleitor tricotilomaníaco é  também onicofagomaníaco, especialmente se é (ou era) empregomaníaco. Ou  seja, não ganhou aquele empreguinho mixuruca prometido, e apenas lhe  resta arrancar os cabelos e roer as unhas. E acreditar menos em maus  políticos. E votar melhor, da próxima vez.
Verbomania (loquacidade patológica; o indivíduo fala demais) A mania mais  característica de muitos políticos. Políticos verbomaníacos sempre falam  pelos cotovelos, mas geram pouquíssimas idéias em seus discursos  recheados de lugares-comuns. Falam, falam, falam, etc., e acabam não  dizendo nada. Sinônimo: Verborréia; Logorréia. Não é sinônimo exato de  Mitomania (ver acima), mas parece, não?

Nota: as manias com * são criações minhas. As demais, estão no Aurélio séc.XXI, ou no Houaiss (versões eletrônicas). As definições entre parênteses constam nos dicionários citados, com algumas alterações. Os comentários são, todos, de minha autoria e responsabilidade. Estou pensando em preparar também um Pequeníssimo Dicionário das Fobias Buzianas, para deleite (ou chateação) do caro leitor. Mas desde já, aceito sugestões e contribuições. Isso pode virar mania…

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Sobre fnaxbuzios

Na Arte, faço de tudo um pouco: desenho, pinto, faço cerâmica. Cometo minhas poesias e contos. Sou tradutor de artigos científicos e livros da área médica. Fiz algumas exposições de cerâmica e desenhos no Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Rio das Ostras e São Paulo. Um livro publicado (em co-autoria): "O Ensino de Primeiro Grau". Artigos em jornais daqui de Búzios. Formado em Pedagogia da Arte e em Medicina Veterinária (por isso, dei muita aula de Educação Artística, sobretudo Cerâmica, e trabalhei bastante como veterinário de campo). Ex-professor universitário - na cadeira de Composição II de Arte na Faculdade de Arte do Centro Educacional de Niterói, e de Bioquímica e Fisiologia em algumas Faculdades do Rio de Janeiro. Mestrado (ainda não defendido) de Patologia Experimental pelo Departamento de Patologia Clínica do Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói / Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. Vivo aqui no paraíso de Búzios há 12 anos... na Marina da Praia Rasa. Rubronegro doente. Amo o Rock Clássico. E o Carnaval. Um enorme orgulho profissional: ter sido Diretor Carnavalesco da Escola de Samba Combinados do Amor, a gloriosa agremiação do bairro do Caramujo, em Niterói... Meu bloco carnavalesco para sempre: "Filhos da Pauta", também de Niterói. Sou Cidadão Buziano diplomado. Sou membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Meu projeto atual: estou envolvido na edição de meus contos e poesias em forma de e-book (antes da edição em papel...) e numa exposição de desenhos e guaches a ser realizada em breve no Rio de Janeiro e, aproveitando o embalo, em outra, cá em Búzios e em Cabo Frio (simultâneas), só de esculturas de barro. Hoje em dia, pertenço ao Conselho Editorial e escrevo de vez em quando no Jornal Primeira Hora, único diário de Búzios. E, vez por outra, vou conversar um pouco sobre cultura e otras cositas más no programa Bom Dia Búzios, na rádio Búzios-Cabo Frio AM1530, de 10 ao meio-dia, quartas e quintas. Frase para me definir: odeio incondicionalmente qualquer tipo de preconceito. Adoro minha praia Rasa, onde vivo, sou da noite, sou festeiro, e meu Triângulo das Bermudas é o eixo Rio - Niterói - Búzios. Meu maior vício é conversar (sempre! muito!...) com as pessoas - jogar conversa fora, filosofar, falar sobre cultura, rir... Objetivo maior: viver o momento presente, todos os momentos da minha vida. Profissão de fé: amizade acima de tudo! "Leia poesia... não dói, não engorda, e é de graça. Além disso, faz pensar e exercita os músculos cerebrais."
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