O futuro do lápis

Ulysses Grant, um general americano, anotou planos de batalha com um. Otto von Bismarck, chanceler da Prússia, usou o seu para apertar o tabaco em seu cachimbo. Vincent van Gogh usou um para “desenhar uma mulher costurando” e descobriu que eles “produzem uma maravilhosa cor negra e são muito agradáveis para se trabalhar.” Artesãos fizeram lápis em Stein, perto de Nuremberg, durante quase quatro séculos. Faber-Castell, o maior fabricante mundial de lápis, tem feito isso desde 1761. Sua tarefa é difícil: melhorar um produto que os amantes do lápis insistem que tem sido perfeito há mais de um século. Muitas pessoas acreditavam que os lápis se tornariam obsoletos na era da informática, mas as vendas continuam a crescer. Talvez 15 a 20 bilhões são feitos a cada ano, cerca de metade deles na China. Faber-Castell produz cerca de 2,2 bilhões. Eles são baratos, resistentes e populares nas escolas, especialmente nos países pobres.

Não há nada de novo para a Faber-Castell. Lothar von Faber, bisneto do fundador da companhia, assumiu em 1839 e inventou o lápis hexagonal. Ao cortar as bordas de um cilindro, o lápis parou de rolar na mesa. A segunda inovação da Faber-Castell foi “surrupiada”. Em 1875, O Supremo Tribunal dos EUA decidiu que a Faber tinha o direito de colocar borracha na parte traseira de seu lápis, embora outro inventor já tivesse patenteado a idéia. O tribunal considerou que a idéia era muito óbvia para merecer uma patente. Desde então, a empresa vem tentando encontrar grafites mais rígidos e encontrar o tipo de madeira que melhor evite a quebra da ponta, quando um lápis cai no chão. Outra grande inovação da Faber-Castell foi introduzir uma forma triangular, mais ergonômica, e que é popular entre as crianças. E também acrescentou pontinhos de borracha no corpo do lápis, para evitar que escorregasse das mãozinhas das crianças. Para o futuro, o Conde Faber-Castell ainda vê campo para maiores refinamentos. Talvez os lápis possam ficar mais resistentes, ou mais belos aos olhos dos seus muitos usuários, disse. Perguntado sobre os próximos 100 anos, o Conde riu. “Isso fica para a próxima geração decidir…”

Fonte: The Economist, original em inglês.

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Sobre fnaxbuzios

Na Arte, faço de tudo um pouco: desenho, pinto, faço cerâmica. Cometo minhas poesias e contos. Sou tradutor de artigos científicos e livros da área médica. Fiz algumas exposições de cerâmica e desenhos no Rio de Janeiro, Niterói, Búzios, Rio das Ostras e São Paulo. Um livro publicado (em co-autoria): "O Ensino de Primeiro Grau". Artigos em jornais daqui de Búzios. Formado em Pedagogia da Arte e em Medicina Veterinária (por isso, dei muita aula de Educação Artística, sobretudo Cerâmica, e trabalhei bastante como veterinário de campo). Ex-professor universitário - na cadeira de Composição II de Arte na Faculdade de Arte do Centro Educacional de Niterói, e de Bioquímica e Fisiologia em algumas Faculdades do Rio de Janeiro. Mestrado (ainda não defendido) de Patologia Experimental pelo Departamento de Patologia Clínica do Hospital Universitário Antônio Pedro - Niterói / Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo. Vivo aqui no paraíso de Búzios há 12 anos... na Marina da Praia Rasa. Rubronegro doente. Amo o Rock Clássico. E o Carnaval. Um enorme orgulho profissional: ter sido Diretor Carnavalesco da Escola de Samba Combinados do Amor, a gloriosa agremiação do bairro do Caramujo, em Niterói... Meu bloco carnavalesco para sempre: "Filhos da Pauta", também de Niterói. Sou Cidadão Buziano diplomado. Sou membro da Academia de Letras e Artes Buziana. Meu projeto atual: estou envolvido na edição de meus contos e poesias em forma de e-book (antes da edição em papel...) e numa exposição de desenhos e guaches a ser realizada em breve no Rio de Janeiro e, aproveitando o embalo, em outra, cá em Búzios e em Cabo Frio (simultâneas), só de esculturas de barro. Hoje em dia, pertenço ao Conselho Editorial e escrevo de vez em quando no Jornal Primeira Hora, único diário de Búzios. E, vez por outra, vou conversar um pouco sobre cultura e otras cositas más no programa Bom Dia Búzios, na rádio Búzios-Cabo Frio AM1530, de 10 ao meio-dia, quartas e quintas. Frase para me definir: odeio incondicionalmente qualquer tipo de preconceito. Adoro minha praia Rasa, onde vivo, sou da noite, sou festeiro, e meu Triângulo das Bermudas é o eixo Rio - Niterói - Búzios. Meu maior vício é conversar (sempre! muito!...) com as pessoas - jogar conversa fora, filosofar, falar sobre cultura, rir... Objetivo maior: viver o momento presente, todos os momentos da minha vida. Profissão de fé: amizade acima de tudo! "Leia poesia... não dói, não engorda, e é de graça. Além disso, faz pensar e exercita os músculos cerebrais."
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